
Ela não sabia que se podia desejar alguém até à morte e deixar o corpo morrer nesse desejo. Não sabia ler os sinais e acreditava que pesando as atitudes e as palavras, as atitudes tinham sempre mais peso ainda que fossem feitas de teias de aranha.
Não sabia das pessoas que trespassavam vidas e viviam sempre nas nossas, que o amor verdadeiro era contínuo mas a felicidade nos olhos era efémera.
Ela não sabia nada disto e não sabendo não lhe doía.
Ela não sabia mas aprendeu.''